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segunda-feira, 21 de março de 2016

Protestos nos 40 anos do Centro de Ensino Olindina Nunes Freire



O Centro de Ensino “Olindina Nunes Freire faz 40 anos e eu este humilde blogueiro nas horas vagas, ex gestor adjunto e professor atual daquela escola poderia está extremamente contente juntamente com todos os que fazem aquela escola acontecer. Pois bem, gostaria de continuar este texto falando um pouco do que é Democracia. Democracia do grego demo= povo e cracia=governo, ou seja, governo do povo. Democracia é um sistema em que as pessoas de um país podem participar da vida política. Esta participação pode ocorrer através de eleições, plebiscitos e referendos. Dentro de uma democracia, as pessoas possuem liberdade de expressão e manifestações de suas opiniões. A maior parte das nações do mundo atual seguem o sistema democrático. Os leitores poderiam questionar por que falar de democracia? “Fale da festa ora bolas!” Realmente é do que quero falar, mas algo durante o movimento me chamou muito a atenção aí eu pergunto: Por que tanta preocupação de quem leva os louros pelo movimento? O foco maior e o grande beneficiado é e tem que ser a Escola, a preocupação de quem iniciou o movimento fica em segundo plano, até porque o movimento que ora acontece, não garante a reforma da escola, é preciso muito mais gente para somar forças nesse processo, se possível a cidade toda, pois quem tem que ganhar é o coletivo. Falo isto pois muito me preocupou e me entristeceu esse negócio de quem começou o movimento. Lembrando que a escola é de cada cidadão brasileiro, não só dos alunos, não só dos professores, não só dos pedreirenses, não só dos maranhenses e sim de todos
Portanto, não vou citar nomes de quem participou do movimento e sim parabenizar a todos que lutam pelo bem da nossa escola, independente de quem iniciou o movimento ou não, pois só união de todos pode fazer daquela escola um orgulho para todos. E Viva a Democracia!!!
O movimento em si teve início na Praça do Cinquentenário de onde a comunidade Olindina Nunes Freire saiu em caminhada com faixas e cartazes com frases de ordem em prol da escola até o prédio da escola, lá ficarão acampados durante todo o dia de hoje 21 de março, no local há uma banda musical que está fazendo a alegria da galera com muita música.
Por Janio Matos de Oliveira

Confira as fotos:




















FOTOS DA ÁREA INTERNA DA ESCOLA







FOTOS DA ÁREA EXTERNA DA ESCOLA








quarta-feira, 16 de março de 2016

Somente 10% no ensino médio público atingem nível satisfatório

Entre os alunos matriculados no último ano do ensino médio em escolas estaduais brasileiras, somente 10% atingem níveis satisfatórios ao concluir a etapa. Trata-se de uma das principais conclusões de um estudo elaborado pelo Instituto Alfa e Beto, organização não governamental da área educacional, com sede em Brasília.
Os números, segundo a pesquisa, indicam um baixo índice de estudantes com habilidades mínimas e provoca uma reflexão sobre a qualidade da formação dos jovens na rede pública. Para elaborar o documento, foram analisados dados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014, com base no relatório “Enem por Escola”, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
Os resultados dos alunos foram divididos em 5 níveis de desempenho – o 1 é o mais baixo e o 5, o mais elevado. Considerando o nível 3 como o “mínimo adequado para concluir o ensino médio” (pelo menos 600 pontos na redação e 550 nas demais provas), aproximadamente 80% dos alunos avaliados das redes estaduais não estariam aptos a terminar o ensino médio, pois obtiveram nota inferior. Ao contar apenas os estudantes matriculados no terceiro ano dos colégios estaduais, essa margem aumenta para 90%.
“Nossos alunos não estão aprendendo o que é proposto pelo currículo do ensino médio. Temos de melhorar a forma com que estamos ensinando ou temos de mudar o currículo? Eu diria que as duas coisas”, diz o presidente do IDados (divisão do Instituto que guiou o estudo), Paulo Rocha e Oliveira. É possível, ainda, estabelecer uma comparação entre alunos de escolas estaduais e privadas.
Cerca de metade das instituições privadas tem média acima do ponto de corte do nível 3 – enquanto no universo da rede estadual, menos de 2% das escolas conseguem superar essa média. Só 4 escolas estaduais atingiram média superior a 700 pontos, índice alcançado por 549 colégios particulares.
A pesquisa ainda aponta que não existe correlação significativa entre os gastos de cada Estado por aluno e a performance no Enem. O Amapá, por exemplo, é a quarta unidade de federação que mais investe (R$ 6.375,53 por aluno) e amarga a 27.ª posição no ranking de desempenho das escolas estaduais nas provas objetivas. Já Santa Catarina, um dos Estados que menos gastam (R$ 4.669,13), está em 6.º lugar.
Crítica
Oliveira critica, ainda, o fato de o Enem ser usado, majoritariamente, para o acesso às universidades. “A amostra exclui a maioria dos alunos mais fracos”, julga o presidente. Isso porque, de acordo com as informações colhidas pelos pesquisadores, 983 mil estudantes matriculados no terceiro ano não fizeram a prova – 88% deles eram da rede pública. Os alunos do ensino público que participaram representaram apenas 24% do total – a maioria desses candidatos já havia concluído o ensino médio em anos anteriores (52%) e uma fatia expressiva (24%) prestou o exame como “treineiro”.
Procurado, o Inep não se manifestou sobre as conclusões do estudo até as 19 horas de desta terça-feira, 15. No site em que o relatório “Enem por Escola” está publicado, o órgão, vinculado ao Ministério da Educação (MEC), diz que “quando disponibilizados por escola, os resultados agregados das proficiências médias possibilitam a análise pela comunidade escolar e pelas famílias, para que se percebam os avanços e desafios a serem enfrentados”. O Inep alerta, porém, que deve se ter “cautela”, pois a participação dos estudantes é voluntária. “Por esta razão, a representatividade dos resultados varia de acordo com o porcentual de participação de estudantes em cada escola.”
Fonte: Estadão

Greve nacional dos professores no seu segundo dia


Prof. Dudu e Prof. Sandra Borges
A greve nacional dos professores continua, não temos informação da CNTE sobre o balanço das adesões do país. Até agora temos registro de paralisações em Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Amapá, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Maranhão e Tocantins.
Uma das principais reivindicações é o pagamento do reajuste de 11,36% no piso salarial dos professores de todo o país.
O movimento é pelo cumprimento da lei do piso salarial, contra a terceirização e entrega das escolas a Organização Sociais (OS), parcelamento de salários e contra a militarização e reorganização das escolas.
Em Pedreiras o movimento começou cedo com panfletagens na principal avenida da cidade (Avenida Rio Branco)

Confira as fotos:






Prof. Barreto: Defesa do trabalhador, chame ele.








Paralisação em Divinópolis. (Foto: Ricardo Welbert/G1


De ontem: Em São Luis
Alunas do Colégio Batista passando e prestando apoio ao movimento




















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